quinta-feira, 11 de julho de 2013

O que historiadores contemporâneos de Jesus escreveram sobre ele?


NADA!!!

16 comentários:

  1. Contemporâneo não é a mesma coisa que Conterrâneo, quando não se tem internet isso é algo de grande importância.
    Eu não sabia que dramaturgos, poetas, geógrafos, astrônomos e cientistas contribuíam com esse tipo de legado histórico.
    Para informação precisa, digite no google: "nome do historiador e jesus".
    aproveite e pesquise no google também por falácia, nem todo argumento que parece consistente tem real fundamento.

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  2. Era de se esperar que, dada sua relevância histórica, mesmo depois de algumas décadas após sua morte, historiadores romanos pudessem ter algum interesse em contar sua história. O que, infelizmente, não aconteceu. Só lembrando que Roma era o império da época. O que acontecia lá, todo o império ficava sabendo. Estão aí os livros de História pra contar. E nenhum deles diz nada sobre um tal de Jesus.

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    1. Bom relevância histórica a partir de quando? Para se ter uma relevância histórica é preciso que tal relevância seja mostrada com o tempo. Como um historiador contemporâneo tem como saber de tal relevância? por acaso ele prevê o futuro para relatar o fato de um carpinteiro que arrastava mais pobres com seu discurso? como se ter relevância em tempos que os imperadores, governadores e outros é quem deve ter tal relevância? Amigo vc sabe muito bem que quem teria relevância naquela época seria um poderosos em poder. Outro detalhe que vc não abordou foi a perda histórica devido as constantes guerras naquelas regiões, seriam uma ingenuidade muito grande que tal coisa não aconteceria, exemplo disso a biblioteca de Alexandria. Sabes muito bem que o imperador daquela época era quem deveria ser reverenciado e acha mesmo que historiadores romanos iria perder tempo com um judeu pobre e que se diz ser Cristo na quantidade de cristos que apareceram naquela época? Ou seria os judeus que teriam interessa em uma pessoa que se diz filho de Deus? por favor me poupe de argumentos frágeis e desprovidos de contexto histórico.

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  3. Marcus Johnson Cabral, Teólogo, Mestre em Bíblia15 de outubro de 2013 08:20

    Plinio o moço deixou para a historia da humanidade, o retrato falado do Jesus Cristo Histórico, então devemos ler melhor os textos antigos, para não se chamado de "analfabeto funcional"!!!!!!!

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  4. Plínio, o Moço, em uma de suas cartas ao imperador Trajano, escreve sobre algumas pessoas que se reuniam para cultuar um tal Jesus. Segundo Plínio, essas pessoas diziam que Jesus era um deus. Ele não fala nada especificamente de Jesus, apenas descreve rituais cristãos primitivos. Plínio o Moço nasceu em 62 d.C., portanto, quase 3 décadas após a suposta morte de Jesus. Logo, deve ter escrito isso mais de 50 anos após a suposta morte de Jesus.

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  5. Relatos bíblicos afirmam que Cristo, o Messias nunca quis ser notável (estrela). O Messias não gostava de se aparecer. Quando ele fazia um milagre pedia com veemência para o curado que não contasse nada a ninguém. Ora, hj não é diferente! Aquilo que não é divulgado é tido como estranho e fora da realidade. ENTÃO É DE PROPÓSITO QUE CRISTO RENDEU GRAÇAS AO PAI POR TER OCULTADO TODAS "ESSAS COISAS" DOS SÁBIOS E ENTENDIDOS E AS REVELASTES AOS PEQUENINOS, por isso e por outras razões que a figura de Cristo enquanto caminhava nesta Terra, Deus o preservou do homem corrupto até o momento em que ele mesmo afirma: "agora o príncipe deste mundo mundo reina", quando finalmente é traído, cumprindo as profecias. O Reino dos Céus é manifestado ao homem mediante a Fé Naquele a Quem Deus O enviou, na obediência aos Seus Mandamentos, praticando a Caridade na força do Espírito.

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    1. "Relatos bíblicos afirmam que Cristo, o Messias nunca quis ser notável"
      - Quais relatos? Ele fazia tudo entre as multidões, pra todos verem. Não fazia nada escondido.

      "O Messias não gostava de se aparecer."
      - Claro que gostava. Se não gostasse, não apareceria a ponto de ser perseguido pelos romanos.

      "Quando ele fazia um milagre pedia com veemência para o curado que não contasse nada a ninguém."
      - Mentira! E o "ide e pregai o evangelho" significa o que? "Conte pra todo mundo que eu sou foda".

      "Deus o preservou do homem corrupto"
      - Morrer tão novo, aos 33 anos, não é preservar.

      "quando finalmente é traído, cumprindo as profecias."
      - Viu que deus não o preservou de nada?

      "O Reino dos Céus é manifestado ao homem mediante a Fé"
      - Isso vale pra qualquer crença, de qualquer religião, em qualquer deus.

      "na obediência aos Seus Mandamentos, praticando a Caridade na força do Espírito."
      - Duvido que vc dá tudo o que tem aos pobres e abandonou pai e mãe como disse Jesus. Então, não existe cristão 100%.
      - E sua resposta em nada invalida este post. Nenhum historiador da época disse nada sobre Jesus. É como se ele não tivesse existido. Se Jesus não quisesse ter seus milagres revelados, então era pro Novo Testamento nem ter sido escrito. Logo, tudo invenção.

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  6. Tem certeza disso?

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  7. “A verdade histórica é a mais ideológica de todas as verdades científicas [...]Os termos de subjetivo e de objetivo já não significam nada de preciso desde o triunfo da consciência aberta [...]. A verdade histórica não é uma verdade subjetiva, mas sim uma verdade ideológica, ligada a um conhecimento partidário”. (ARON cit. por Marrou, s/ data, p. 269)

    Se a fé nunca dependeu da história, porque fazem tanta questão desta última? Por que insistem em preservar essa bruma que envolve os primeiros séculos do cristianismo? Não devia ser assim. No entanto, quando fazemos uma aproximação dos fatos com fatos e não com ideias, é possível outra conclusão.

    http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/paguei-pra-ver

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  8. “A verdade histórica é a mais ideológica de todas as verdades científicas [...]Os termos de subjetivo e de objetivo já não significam nada de preciso desde o triunfo da consciência aberta [...]. A verdade histórica não é uma verdade subjetiva, mas sim uma verdade ideológica, ligada a um conhecimento partidário”. (ARON cit. por Marrou, s/ data, p. 269)

    Se a fé nunca dependeu da história, porque fazem tanta questão desta última? Por que insistem em preservar essa bruma que envolve os primeiros séculos do cristianismo? Não devia ser assim. No entanto, quando fazemos uma aproximação dos fatos com fatos e não com ideias, é possível outra conclusão.

    http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/paguei-pra-ver

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  9. Adepto do Espiritismo e incansável pesquisador.

    Há mais de dois mil anos atrás, uma pessoa que ressuscita mortos, anda sobre as águas, cura cegos, atrofiados etc. não iria causar imenso falatório? E as multidões (descritas na bíblia) que se aglomeravam ao redor desse personagem? As notícias desse super herói viajariam mais que fumaça na ventania.

    Ou jesus existia e não fez nada disso: deram outra conotação ao que fez, como um sentido figurado. Por exemplo, naquela época quem atentasse contra o império era dado como morto e ninguém podia se dirigir a ele, nem dar comida ou água, a pessoa era abandonada para realmente morrer. Então, jesus convencia, politicamente a todos, que deveriam aceitá-lo de volta, ou seja, jesus ressuscitava os mortos! Nesse sentido, se jesus existiu, é o espírito mais evoluído que já nos visitou, pois, realmente, não queria levantar holofotes sobre si, mas, simplesmente deixar seu exemplo, afinal, o evangelho é a regra quintessenciada da boa conduta.

    Ou jesus nunca existiu e deus não existe e não existe nada a não ser matéria.

    Não é racional ser ateu, mas, também não é racional ser adepto da fé cega.

    Fazendo pesquisas profundas, descobre-se que espíritos existem (os que duvidam, deveriam empreender tais pesquisas, uma bem fácil de se fazer e ir a um centro de macumba, levar câmeras, microfones etc., filmar as manifestações, depois ir a outro bem distante, repetir a pesquisa, depois ir a outro mais distante e assim, consequentemente).

    Assim, usando a lógica, temos: os homens são mortais. Então, Pedro é homem, logo, Pedro é mortal.
    Espíritos existem. Logo o mundo espiritual existe. Então, Deus existe...

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  10. Parabéns pela postagem cara.

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  11. Peça ao Criador para te dar um sinal, mas peça algo que afete somente você, e mão outros. Diga, que, se o sinal for enviado, vocês de dobrará a Yeshua. Depois poste o resultado aqui.

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  12. O problema aqui é a fé,por ela se aceita tudo e qualquer coisa sem questionar,pense o seguinte...sem telefone e internet realmente as coisas não se espalhavam como hoje,entao vamos ver seu povo,sua gente,seus conterrâneos por assim dizer,aceitam Jesus? Crêem nele como Deus?
    No livro de Daniel 7:25,26...vemos que a abominação dessoladora seria instalada depois da morte do Ungido,o Messias judaico,por um governante esperto que viria,confira o texto e depois vá pra história e pesquise sobre Antíoco IV Epifânio e verá como foi estabelecida a abominação e proibido o sacrifício contínuo dos judeus e isto se daria depois da morte do Ungido que é Cristo ou Messias,a pergunta que nos orienta é...em que ano Antíoco estabeleceu a abominação dessoladora predita por Daniel? Foi no ano 167 antes de Jesus,e o messias já estava morto ,diz o texto de Daniel ,então Jesus é uma farsa romana como tantas outras ,junte se a isto o seguinte fato textual...Isaías 53...ele não tinha aparência ou formosura,beleza alguma...Jesus é louro de olhos azuis e seu nome é latino...acorda povo,pensem por si mesmos,questionem seus pastores!!!

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  13. Ylittäessään Kuolema
    Adepto do Espiritismo e incansável pesquisador.



    “Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância.”
    Sócrates – Filósofo (469 A.C. / 399 A.C.)

    “Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz.”
    Platão – Filósofo e Matemático (428 A.C. / 427 A.C.)

    “A cultura é o melhor conforto para a velhice.”
    Aristóteles - Filósofo (384 A.C. / 322 A.C.)

    “A soma dos quadrados dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa.”
    Pitágoras – Filósofo e Matemático ( 570 A.C. / 495 A.C.)

    Essas máximas, entre outras tantas, viajaram pelo mundo então conhecido sem precisar de “internet”, telefone, ou, qualquer outro meio sofisticado de comunicação.

    Isso, por que num planeta ainda rústico, tudo era grande novidade, de modo que a classe dominante – como sempre – apoderava-se da cultura, a registrava na história e a colocava em prática, divulgando-a amplamente, no pequeno mundo. A aplicação dos cálculos do triângulo retângulo, por exemplo, era largamente aplicada, na demarcação de terrenos.

    Agora, e se derrepente aparecesse um homem com poder para curar cegos e ressuscitar mortos? Qual não seria o estardalhaço?
    Essas façanhas – incríveis derrogações das leis da natureza criada por deus – não seriam registradas e divulgadas assim como foram as grandes descobertas dos estudiosos?

    De fato, como já disse, ou Deus não existe e tudo é matéria, ou, Deus existe e todas as consequências lógicas decorrentes da existência de deus também existem.

    Jesus, sendo quem é, não queria holofotes sobre si, mas, simplesmente exemplificar e ensinar o caminho. Evolução não é prêmio de loteria, é serviço individual. Claro que se deve ajudar, agindo de maneira caridosa, porém, ninguém pode evoluir por outrem.

    Os cegos a quem Jesus curava eram os ignorantes. Hoje em dia, quando explicamos a um ignóbil que é impossível a água acabar; por que é feita de hidrogênio e oxigênio e não temos como extinguir um átomo; que Lavoisier provou na França, no século XVIII, que “Na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma”; que toda essa palhaçada de propagandas que os donos do poder estão fazendo sobre a escassez de água é golpe para privatizar o sistema de água e esgoto – como aconteceu na Bolívia (1995) –; é para roubar ainda mais o dinheiro dos proletários, podemos dizer que curamos o cego!

    Definitivamente, quem quiser evoluir, que siga o caminho da caridade, como Jesus exemplificou. Ele não veio para fazer sucesso e nem derrogar as leis da natureza, muito menos para comprar culpas. Ele, o Mestre, veio ensinar regras de condutas, para não sofrermos mais por ignorância.

    Não temos condições de saber o que é Deus, de compreendê-lo, mas, observando as malditas religiões que existem, temos a certeza do que Ele não é!

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